A General Motors mandou seus Cadillacs, todos enfileirados, malharem aqueles corpinhos magricelos de pouca carcaça. Como resultado, a fornalha do Salão de Detroit vem com “coupes” musculosos, prontos para chegarem ao mercado ainda este ano.
O CTS Coupe, primeiro da família, vem equipado com um motor 3.6 V6 e desenvolve 304 cavalos de potência com injeção direta. Já o modelo “CTS-V”, com o mesmo design, é um pouco mais furioso: tem, no capô, um V8 de 6,2 litros capaz de gerar 556 cavalos.
Ambas as versões não possuem maçaneta, nem colunas centrais, pois as portas se abrem por meio de uma película sensível ao toque. Basta inserir as digitais do proprietário.
Como destaque visual, a traseira angulosa dos carros acompanha lanternas verticais em LED, com formas que lembram diamantes.
Na ala dos equipamentos, os CTS Coupe podem se exibir com um sistema de som Bose 5.1 que possui um HD de 40 GB. Há ainda viva-voz Bluetooth, faróis com luzes adaptativas, partida à distância e câmera auxiliar traseira. Tudo de fábrica.
Como opcionais, o motorista pode obter bancos esportivos com 14 ajustes elétricos e outras regalias de luxo, a exemplo de revestimentos e outros acabamentos.


Selecionar os melhores carros do Salão de Detroit não é tarefa para a mente humana. Primeiro, porque são centenas de veículos expostos e mais de cinquenta lançamentos, cada um com sua peculiaridade, que pode ser mínima, completa ou apenas visual. Depois, e mais importante, vem o fator “orgulho da fábrica”: nenhuma montadora quer levar algo que não seja o melhor que guarda na garagem. Perder-se em meio a tanta (a)tração é inevitável.
Nesta competição fascinante e vaidosa, até o dia 24 de janeiro, mais de 500 mil visitantes devem se acotovelar entre top models e motores para tentar entender o rumo da indústria automobilística e, quem sabe, sonhar com as futuras tecnologias que verá nas ruas.
Fonte: Bit No Carro

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